08 de novembro de 2010 - 21:41

ETs NA JANELA DO ÔNIBUS

Sou professor de artes cênicas e quero descrever uma experiência particular de grande impacto em minha vida, ocorrida no ano passado. Até então, eu era mais um daqueles que vivem alheios às informações da presença – e até mesmo da existência – de outros seres inteligentes extraterrestres. Pensem na pressão psicológica de uma pessoa que vê, de uma hora pra outra, suas bases de credo existencial ruírem como um frágil castelo de areia! E o medo de enlouquecer por conseqüência de uma alteração brusca, dolorosa, mas ainda assim inevitável de vida. Eu podia duvidar do relato de avistamento dessa gente que acredita em ETs, objetos voadores não identificados, aliens, ou sei lá o quê. Mas não posso duvidar do que vi com os meus próprios olhos, por mais doido que esteja, ou então, do que queira estar – só pra não ter que me envolver nessa polêmica. Quantas coisas mudam quando algo que parecia irreal se torna claro. Meu trauma ocorreu por volta de 00h30 de 09 de setembro, em Copacabana, Rio de Janeiro.

Eu estava voltando de ônibus do trabalho, indo em direção à Nova Iguaçu, quando percebi duas naves em forma de disco, com luzes nas bordas. Elas estavam sobre a empresa Bayer, de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Os objetos flutuavam há cerca de 30 m de distância, não emitiam sons e possuíam uma estabilidade incomum a qualquer aeronave conhecida. Embora existissem mais pessoas dentro do ônibus, só uma menina, que estava sentada à minha frente, testemunhou o ocorrido. Isso porque, depois de longos e intermináveis 10 minutos testando minha própria sanidade mental, toquei-a nos ombros dizendo: “Colega, olha aquilo ali. Você já viu helicóptero que não faz barulho? Avião que não se move?” Assustada com o que via, assim como eu, respondia com um aceno negativo da cabeça. Em seguida, voltei a perguntar: “Eu estou ficando louco?”

Ela respondeu com o mesmo gesto negativo e com um olhar assustado. Em seguida, os objetos afastaram-se lentamente, ganhando altitude e velocidade, até sumirem. Ambos catatônicos, ficamos admirados com a desatenção dos demais passageiros. Afinal, era só olhar para a direita que veriam nitidamente aquela aberração. A moça desceu no ponto seguinte. Tamanho fora o susto, que nem sequer fui capaz de perguntar seu nome e telefone. Sem testemunhas, fiquei desacreditado, e hoje penso duas vezes antes de descrever o caso a pessoas que não se interessam pelo fenômeno.
Marcelo Rangel,
Nova Iguaçu (RJ)

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Total: 1 comentários


  • 23 de janeiro de 2011 - 18:30
    Anônimo diz:
    como conseguiu dizer q não ouvia barulho mesmo dentro de um ônibus, já é um grande avaNço!