Menu cultural | 25 de julho de 2017 - 16:06

5 perguntas para Maria Tereza

Shirley Costa e Silva
5 perguntas para Maria Tereza

Ela é pernambucana, de Petrolina, mas também cantou em Juazeiro e Salvador - BA, onde integrava a banda SpectroLuna, de blues e jazz. Passou pelos bares de Recife e Paulista, até desaguar no Rio de Janeiro no ano de 2013, fixando residência em Santa Teresa, um dos bairros mais boêmios da cidade, fazendo shows autorais em diversos palcos e eventos da Cidade Maravilhosa.


Cantora, compositora, radialista e apresentadora de TV, a polivalente artista, apesar da pouca idade (27 anos), já fez e faz de tudo um pouco. Musicou peças de teatro viajando como violonista e cantora pelo Sul do país e produziu shows autorais em cidades da Baixada Fluminense, Paraty e Cabo Frio, divulgando o seu primeiro EP, com oito faixas autorais, “Folhas em Mim”, produzido pelo multi-instrumentista pernambucano Yargo Feghali e o poeta carioca Euclides Amaral. Lançado em 2017, o disco, que conta com participações especiais de nomes como Victor Biglione, Renato Piau, Reppolho e Carlos Dafé, teve duas versões: a digital pelo Selo BonfáStudio, fazendo parte dos catálogos de diversas plataformas digitais como iTunes, Spotify, Deezer, Amazon, eMusic, Rhapsody, 7Digital, TIDAL (f.k.a. Aspiro), YouTube, iMusica, Shazam, Google Play, Groove (f.k.a. Xbox Music), Gracenote e YoutubeRED e a versão física, em CD, lançado pelo Selo MT Produções.


Maria Tereza é a nossa convidada especial de estreia deste espaço de entrevistas, onde faremos, mensalmente, cinco perguntas para um artista ou personalidade de destaque na Baixada Fluminense ou Rio de Janeiro. Confira:


1- Como começou seu interesse pela música e a sua carreira musical?
Comecei a cantar aos dois anos e logo no início da infância tive a iniciativa de pedir a minha mãe para participar de um festival como compositora. A partir de então, com esse primeiro troféu, a minha carreira musical esteve sempre ativa.


2- O que motivou a sua vinda para o Rio de Janeiro?
Bom, o sonho nunca morre. Vir ao Rio de Janeiro, acho que sempre foi um propósito, mesmo que no inconsciente.


3- Poderia falar um pouco sobre o seu primeiro EP “Folhas em Mim”?
"Folhas em Mim" foi o nome que escolhi já que tudo o que escrevo faz parte da minha pele, da minha vida. Ele me surpreendeu realmente, porque foi muito mais do que eu esperava. A versatilidade entre as faixas e as magníficas participações no disco podem dar o que falar entre os que me conhecem. E, com certeza, as músicas vão tocar a todos que puderem ouvir. Muita alegria e muito sentimento, músicas que tocam os que escutam.


4- Como foi a acolhida ao seu trabalho aqui no Estado?
Eu fui muito bem recebida pelo Rio de Janeiro. Fui agraciada. Cheguei em 08 de dezembro de 2013. Amei a cidade desde o primeiro contato do avião. As luzes, a arquitetura, as pessoas... Tem como não entrar no clima em uma cidade tão espontânea? Penso que os cariocas acolhem bem todos os que trabalham com o coração e o meu trabalho é assim, como eles, à flor da pele.


5- Você já fez diversos shows na Baixada Fluminense. Qual a sua percepção da região?
É na Baixada que mora a espiritualizada arte. A poesia se faz presente no cotidiano, podemos ler isso nos olhos dos que vão aos shows. Pessoas sensíveis e musicalidade latente.


 


Mais informações sobre a artista no site: www.mariaterezaoficial.com.br