| 02 de Setembro de 2010 - 16:30 — |
Me pergunto até onde a vaidade vai levar a mulherada?
Muitas vezes surge na tenra idade de uma mulher, ou de alguns homens.
Outras se manifesta de forma desenfreada no auge da feminilidade.
O que desencadeia? Ninguém sabe.
Composição: Martinho da Vila
Samba
Da cabrocha bamba
Que sambando sonha
Com um lar na rua
Morro
Do malandro triste
A canção existe
Em noites de lua
Eu fui num samba
santa nĂŁo....mulher
NĂŁo quero ser a santa em teu altar
Tenho desejos e delĂrios de paixĂŁo
Meu corpo transpira emoção
De sĂł por ti suspirar...
NĂŁo sou um anjo nas alturas
Geralmente estas indagações rolam no final da noite e sempre numa mesa de bar, entre amigos.
Derrepente senti um cheiro gostoso...
Do bolo da vovó? Ou do café com leite que a minha avó preparava? Do feijão dela??? Hummmmm...
SIM!!!! Da casa da minha avĂł... Mas, que saudade...
Na década de 1980 a publicidade foi tomada por campanhas de uma marca de vestuário que causavam polêmicas. Era a Benetton. Os maiores de 30 anos com certeza lembram.
Se este texto pudesse ser sonorizado, ao lĂŞ-lo vocĂŞ ouviria a mĂşsica “De frente pro crime”, de JoĂŁo Bosco e Aldir Blanc. Achei o contexto da mĂşsica semelhante e que por tanto completaria a situação por mim presenciada – um homem, de seus vinte tantos anos presumĂveis, de repente caiu pra trás, no chĂŁo da rua! – Nunca imaginei ser possĂvel tal fato! NĂŁo esse, mas o que se seguiria – ninguĂ©m acudiu o rapaz. Pior, ninguĂ©m sequer olhou pra ele.
Época de eleições e promessa de uma sociedade melhor andam de mãos dadas. O discurso é o mesmo e os personagens? Ah, é aquela estória " Vocês lembram da minha voz? Continua a mesma, mas os meus cabelos... Quanta diferença!" – Figuraças! Não querem largar o osso!