O que parecia mais um dia ensolarado, pegou várias pessoas desprevenidas. Por volta das 17 horas desta segunda-feira (5), o municÃpio do Rio de Janeiro começou a ser invadido por uma forte chuva, que já dura mais quinze horas contÃnuas, em mais uma reprise dos inúmeros casos de alagamentos, enchentes e mortes que sempre castigaram o estado.
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Na noite do dia 5, na Rua Conde de Bonfim, altura da Praça Sans Pena, a circulação dos ônibus e táxis no sentido Usina, Grajaú, Muda e Alto da Boa Vista ficou comprometida deixando a rua completamente deserta, tomada apenas pelo desespero das pessoas que precisavam voltar para suas casas. Os taxistas, por sua vez, se justificavam falando que não circulavam por áreas de riscos e os que faziam esse trajeto se vestiram de transporte alternativos e cobravam entre cinco e dez reais de cada passageiro. Como resultados disso, muitos desistiram de aguardar nos pontos de ônibus e seguiram caminhando.
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De acordo com a Defesa Civil, na Zona Norte, uma das áreas mais afetadas pela chuva, a imprudência humana causou deslizamentos no Morro do Borel, na Tijuca; Turano, no Rio Comprido e Macacos, em Vila Isabel.
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Em nota, o prefeito Eduardo Paes solicita que a população não saia de casa. "Todas as vias importantes da cidade estão interrompidas por alagamentos. É um risco enorme para qualquer pessoa tentar atravessar esses alagamentos", disse Paes.
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Os trágicos deslizamentos já levaram a morte de 45 pessoas e inúmeras vias de acesso à cidade estão interditadas. Os transportes públicos operam com atrasos, nos trens ele pode chegar a 15 minutos. A Supervia informou que suspendeu a circulação de vagões no ramal Saracuruna e a estação Central do Brasil, Praça da Bandeira, São Cristóvão, Triagem e Jacarezinho estão fechadas temporariamente.
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Segundo a concessionária Metrô Rio, a circulação ocorre normalmente nas linhas 1 e 2.
