Como constatam as últimas notícias, o trabalho da imprensa não tem sido dos mais fáceis na Venezuela, a liberdade de expressão garantida a nós, comunicadores brasileiros, tem sido quebrada neste país. A imprensa venezuelana se encontra de mãos atadas, diante do punho voraz e autoritário do ditador Hugo Chavéz. O Bloco de Imprensa Venezuelano (BPV) publicou um comunicado, na última terça-feira (2), no qual rebateu as atitudes de Chavéz contra a mídia. Segundo a entidade, o objetivo desta investida é chamar a atenção para o fato do presidente "destruir a democracia" com fechamento de canais de Televisão e repressão a jornais.
Como constatam as últimas notícias, o trabalho da imprensa não tem sido dos mais fáceis na Venezuela, a liberdade de expressão garantida a nós, comunicadores brasileiros, tem sido quebrada neste país. A imprensa venezuelana se encontra de mãos atadas, diante do punho voraz e autoritário do ditador Hugo Chavéz. O Bloco de Imprensa Venezuelano (BPV) publicou um comunicado, na última terça-feira (2), no qual rebateu as atitudes de Chavéz contra a mídia. Segundo a entidade, o objetivo desta investida é chamar a atenção para o fato do presidente "destruir a democracia" com fechamento de canais de Televisão e repressão a jornais.
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"Com o fechamento da RCTV a cabo no último 24 de janeiro (que desencadeou uma onda de protestos) e o fato de Chávez já controlar boa parte das rádios e TVs venezuelanas, os jornais e revistas se tornaram o último bastião da liberdade de expressão, e está ficando cada vez mais difícil trabalhar", disse Miguel Henrique Otero, vice-presidente da BPV.
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Nas últimas semanas, Chavéz interferiu no funcionamento dos 105 canais de televisão, nacionais e internacionais, dentre eles as representantes dos canais TV Chile, American Network, Ritmoson, Sport Plus e Momentum, que tiveram no último dia 31 o seu sinal temporariamente interrompido por ultrapassar o prazo de entrega da documentação que comprova que são canais internacionais, dada exigência foi feita pela Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel), para que os canais de televisão que operam no país fossem qualificados sobre os Serviços de Produção Nacional Áudiovisual.
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A Norma Técnica que complementa a Lei de Responsabilidade Social em Rádio e Televisão, aprovada em 2005, entrou em vigência no dia 23 de dezembro. De acordo com a nova regra, "as emissoras que transmitem em território nacional tinham até quinze dias para apresentar suas documentações à Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel) e protocolar seu pedido de ingresso ao grupo de produtores nacionais ou internacionais".
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Esta norma respeita somente o desejo governamental, uma vez que os canais devem se submeter à legislação nacional, em que prevê "a transmissão de cadeias nacionais e mensagens governamentais, estabelece limites para a transmissão publicitária e regulamenta a programação por elementos de linguajem, saúde, sexo e violência que determina a recomendação por faixa etária, entre outras normas".
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A exigência desta documentação contrariou o presidente da RCTV, Marcel Granier, o qual disse não medir esforços para que a RCTV volte ao ar, "ao ar da Venezuela, ao ar da liberdade”.
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Já foram fechadas 32 emissoras de Rádio desde que Hugo Chavéz assumiu o poder, em 1999. O Sindicato dos Jornalistas apelou a seus associados que postassem nas redes sociais da internet, na tarde de ontem, a seguinte mensagem: "Venezuela declara zona de desastre para o exercício da liberdade de expressão e o Jornalismo. Venezuela livre".
